quarta-feira, 27 de julho de 2011

A Profecia de Sandy...


E eis que após a morte já esperada misteriosa da grande (e inconsequente) cantora Amy Winehouse, me atentei para um comercial de TV onde a comportadinha Devassa Sandy anuncia o Power Music Club, portal de música da GVT.

Na peça publicitária, a virgenzinha de Campinas filha de Xororó encarna vários estilos musicais, vestindo roupas que causem no espectador uma associação imediata com determinada vertente da música.

A piada pronta estava ali, no final. Os "profetas da publicidade" deixaram para o fim do vídeo, quando a irmã da cantora ham... hum... do músico Junior Lima usava uma peruca preta, no melhor estilo anos cinquenta, em menção direta ao estilo da Amy.
A profecia da Santa Devassa: "Aproveite agora prá não ficar chorando depois".
Faz sentido, Sandy! Quem não aproveitou Amy, chorou.


Poxa, Sandy...
E eu que não fui ao show da pinguça no Brasil...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Google+ ... Do mesmo.

Você é daqueles que começa a se coçar diante de tanto burburinho sobre as revoluções digitais espalhadas por tudo que é lado? Então já deve saber: a internet já está com comichões de ansiedade pela mais nova invenção-indispensável-sem-a-qual-o-mundo-não-sobreviverá. O assunto da vez é mais uma rede social do Google: um tal de Google+.

De cara, meu instinto de comunicólogo acha bem estranho alguém dar um nome a qualquer coisa que obrigue a pessoa a usar o sinal "+". Isso é para fazer contas e olhe lá.
  Mas, "ok, ok", diria Nelson Rrrrrrrubens. Jornalista "aumenta, mas não inventa". 
Vamos ver o que se passa e conhecer. Antenar-se. É a lei!

Primeiro, o balde d´água gelada: só com convite. Oi??? Convite? Me levaram a cinco ou seis anos anos de retrocesso instantâneo. Em 2005 o Orkut ainda vivia disso para se caracterizar como uma comunidade de gente "selecionada". Viu que não dava pé e parou com a palhaçada. Ainda lembro do tráfico negro de convites. Cada um tinha 100 para enviar. Tsc tsc tsc. Deu no que deu: um monte de "gentchi sensualizando na netchii", "tirando 'fotinho' no espelho" e "mandando scrap animado" enquanto se vicia nuns joguinhos.

Há pouco tempo o Google queria agregar tudo quanto é "troço" num "treco" só. É, faltam palavras para dar "nomes aos bois". No seu ataque de "eu digo o que o mundo precisa" mais violento, tentou impor mais uma mudança definitiva no modo de interagir e compatilhar pela rede. Era o tal de Google Wave. Deu tão errado o conceito de que todos faziam tudo num só lugar que o projeto morreu no útero. Faltou alimento e fundamento pro projeto. Ainda teve o Google Buzz, vejam só. Este, por fim, não zumbiu na orelha de ninguém. E descansa em paz.

Então você começa a entender que o negócio do Google Mais (me nego a digitar o sinal de novo. No note ele exige um monte de combinação de tecla. Ahhh.) é (ou talvez seja) algo parecido com segregação. Repensa e... Oi de novo!? Mas não era prá aumentar os contatos? Agora é prá fazer o caminho de volta? Ah, entendi. O Wave mostrou que falar com todos, colaborar com tudo e não dar conta de nada era furada. Então resolveram que o mundo quer mesmo é falar entre os semelhantes? Teoria dos nichos ou "cauda longa" de redes sociais levado ao extremo. Ah, tá. Passo.


Pílula de dúvida: quem tem batizado os projetos do Google? Algo me diz que são os mesmos caras que dão nomes maneirinhos e "pertinentes" às operações da Polícia Federal.
 
O site "Sensacionalista" disparou: "Google+ou- já está sendo conhecido pelos usuários da rede como “Orkut Personnalité”. Vamos ver se a nova rede social "indispensável" do Google bate o recorde do Google Wave e do GoogleBuzz e morre mais rápido?  
Por via das dúvidas, antecipo minhas condolências: R.I.P. Google Google+