terça-feira, 20 de setembro de 2011

Terremoto

Que esta minha paz e este meu amado silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece...
Mas,

Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto!

Mário Quintana

Tem dias em que só a poesia pode falar por nós.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Diz aí!