terça-feira, 25 de outubro de 2011

Dez





Faz dez dias que não te vejo

E no constante passar do desejo,

Clamo ao tempo, tento,

Busco e chamo saudade, relento!


Faz dez horas que não te ouço

Que não tem teu som, teu tom

Teus acordes, teu nome, tua fonética,

Tua melodia de claro e marrom...


Faz dez minutos que não te lembro

E não lembrar-te me lembra a saudade...

Desejo tê-la, na loucura das horas,

No mais movimentado, desacampado ou cidade...


Faz dez destinos que não te encontro

Em dias que passam passando,

Não os conto! Se contá-los perde-se o encanto...

Canto! Faz dez destinos e ainda amo!


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