terça-feira, 17 de abril de 2012

Sonhos... (Direto do túnel do tempo)


O texto escrito a seguir foi escrito por volta do ano 2001 ou 2002. Um arquivo antigo, descoberto em um backup. Ingênuo, superficial, mas, como um sonho, me levou a viajar nas memórias de quem eu era no começo dos meus vinte e poucos anos.



Sonhos

A vida assim. Falamos, ouvimos, convivemos e sonhamos. Por vezes sequer lembramos do assunto, mas, certo mesmo, é que sonhamos. Pelo menos uma vez na vida você já acordou impressionado com a variedade de absurdos com que sonhara até alguns minutos antes, certo?

É o acordar assustado, às vezes achando engraçado aquele sonho que acaba de ter onde o... Bom, aquele sonho maluco onde você estava naquele... Falando com... O que mesmo que estava sonhando?

Acordamos e não nos lembramos de nada. E a vontade de resgatar as idéias daquele sonho não são suficientes para atingir a memória e voltar a contar aquela história surreal que acabara de sonhar.

Da mesma forma, sonhamos com coisas banais que jamais esquecemos. Fazemos de para esquecer tão ridículo sonho, tão insignificante memória, mas ali está ela... E aquelas lembranças do sonho que se teve com a vizinha, com o carro que se desejava ter, com riqueza, com a viajem ao parque de diversões... Perdidas.

O sonho toma conta de nós e tê-los faz parte da vida. Neles alguns encontram motivações de vida, inspirações, respostas, mediunidade, espiritualidade. Certo mesmo é respeitar os sonhos de cada um. Eles passam do subconsciente e muitas vezes nos atormentam vida afora, até que vivamos alguma situação que nos faça entender a razão deles terem feito parte de nossos passos durante tanto tempo.

Sonhos podem ser tristes, mas bons mesmos são aqueles sonhos divertidos, que geralmente envolvem pessoas próximas de nós e as colocam em situações extremas e tão ridículas que destes não conseguimos esquecer. Fazemos questão de contar para quantas pessoas for possível dentro do menor espaço de tempo, para que as idéias não se percam.

Pergunte para si mesmo se alguma vez na vida já não sonhou com algum ente em uma situação engraçada, improvável, cômica, mas de toda as formas, tão impossível que acaba sendo motivo de gargalhadas incontidas.

Passemos pela vida tirando proveito dos nossos sonhos, principalmente os engraçados. Podem render grandes histórias, grandes momentos. Quanto aos tristes, se possível, guardemos lições, caso haja, e descartemos o resto.

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